Quem Rendeu Lisboa? | Vodafone Mexefest 2015

Dois dias de intensidade musical chegaram para o Vodafone Mexefest deixar novamente saudades. O festival já é um marco nesta altura do ano na cidade de Lisboa, e deixa todos rendidos em apenas dois dias. Entre várias salas, a palavra de ordem é não parar e tentar assistir ao maior número de concertos. Este não ano não desiludiu, mas houve uns nomes mais marcantes que outros.

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Do indie ao soul, passando pelo eletrónico e pop, o primeiro dia do Vodafone Mexefest arrasou. Na sexta-feira, quem não teve medo do frio levou na memória a melodia pop dos Chairlift, Akua Maru que honrou o soul,  o grupo The Villagers. que trouxeram o seu terceiro disco, no tanque a energia contagiante de Karol Conka, o som da guitarra dos Ducktails e,  acima de tudo, o melhor concerto do festival, Benjamin Clementine no Coliseu dos Recreios.

Bem dita hora que o agente de Benjamin Clementine, um dia, o encontrou pelas ruas de Paris e o trouxe para os palcos. Se no passado chegou a dormir na rua, hoje o rapaz de 27 anos, enche salas atrás de salas.

Um pouco depois da hora marcado, o cantor entra sozinho no palco, descalço, e começou a tocar piano e a cantar como se não houvesse amanhã. Com a sua magia característica, bastou apenas mais um baterista para encher o coração da sala esgotada. De salientar o momento alto quando interpretou “London”, com uma simpática alteração de letra para “Lisbon Lisbon Lisbon is calling you“.

   

 

Qualquer turista que tenha estado estes dois dias na cidade, iria ficar com a ideia errada de que a zona da Avenida da Liberdade tem muito movimento durante a noite. Na segunda noite, verificava-se que as pessoas estavam mais dispersas e as salas mais cheias. Dançou-se com Petite Noir e Peaches, a viagem ao Brasil com Castello Branco, os Best Youth que provocaram uma verdadeira enchente na Sala Manoel de Oliveira, do São Jorge,  os Glockenwise  com o seu rock,  a energia de fazer inveja dos Da Chick, a guitarra amestrada de Bombino, e a rendição a Patrick Watson.

O Coliseu dos Recreios encheu para ver (ou rever) e ouvir o canadiano e a sua banda, e foram os protagonistas do último grande momento deste festival de inverno. O regresso a Portugal fez-se devido ao lançamento do seu mais recente disco, Love Songs for Robots, que foi a aposta desde concerto, acompanhado por cinco músicos e iluminado por nove candeeiros.

Intercalando entre o piano, viola e canções totalmente acústicas, o concerto foi um registo notável para a música. De frisar o segundo encore, onde a banda preferiu subir até ao piso dos camarotes e cantar de megafone na mão.

Mais um ano, e mais uma missão cumprida. Ainda com a edição de 2015 na memória, a sexta edição do Mexefest já está confirmada.

    
     
 

Fonte 1, 2, 3 e 4

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